Há dias em que todo o tempo do mundo nos parece pouco. Em que as horas, mesmo que fossem em duplicado, não chegariam para tanto. São dias de correria, de stress, de muitos contratempos e de chegar a casa já sem fôlego nem forças para mais nada. Aliado a tudo isto, ainda veio a chuva, dar uma ajuda a pintar de cinzento, um dia já de si bastante sombrio.
Chegar a casa é como que um alívio, uma sensação de cansaço mas, simultaneamente, uma excitação pelo dever cumprido. E só me apetece descansar, ir ao encontro do meu ombro gémeo e fechar os olhos, aninhada no sofá.
É para esses dias que guardo sempre, no congelador, uns salgadinhos, para fazer um jantar apressado e contrariar a agitação do dia.
Croquetes de carne
Ingredientes:
Carne de vaca
Carne de porco
Bacon
Chouriço de carne
Vinho branco
Cebola
Alho
Azeite
Louro
Salsa
Caldo de carne
Sal e pimenta
Pão sem côdea
leite
Pão ralado
Ovos
Fiz assim:
Esta receita é feita sempre a olho: levei um tacho largo ao lume, com o azeite, uma folha de louro, a salsa, a cebola picada e o dente de alho laminado. Deixei fritar um pouco e juntei as carnes, cortadas em cubos pequenos, o bacon em tiras e o chouriço às rodelas (sem a pele). Temperei com sal e pimenta e deixei alourar um pouco. Acrescentei vinho para refrescar e, depois de evaporar, juntei um pouco de caldo de carne. Deixei estufar bem, até as carnes estarem tenrinhas. (Se houver carne já estufada, podem utilizar e saltar esta parte). Retirei do lume e deixei arrefecer um pouco. Piquei as carnes e voltei a colocar tudo no tacho, aproveitando o molho, rejeitei apenas a folha de louro e a salsa. Levei novamente ao lume e envolvi bem a carne no molho. Acrescentei duas gemas (consoante a quantidade de carne) e envolvi novamente. Numa caçarola levei ao lume leite suficiente para amolecer um ou dois pães (tipo carcaça) de véspera. Parti o pão em pedaços e coloquei-os numa taça. Deitei o leite por cima e tapei com uma tampa para o pão ficar bem amolecido. Passei num passe-vite, rejeitando os pedaços de pão que ficaram na parte de cima. Juntei a pasta obtida no tacho da carne e envolvi tudo muito bem. Deve ficar uma massa moldável mas não deve ficar seca. Moldei os croquetes, passei por pão ralado, ovo batido e novamente pão ralado. Fritei em óleo quente. E congelei alguns, antes de os fritar, para os dias que passam a correr.
Estes croquetes ficam sempre muito bons. São receita da minha mãe e fazemos muitas vezes em conjunto, para termos sempre em casa.
Espero que gostem e experimentem.
E não se esqueçam de espreitar a página do Sonhos no facebook.
Tenham um dia delicioso!
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quinta-feira, 22 de maio de 2014
segunda-feira, 31 de março de 2014
Caixinhas de pão para dias de chuva
A chuva voltou para nos atormentar. Ontem ficámos todo o dia presos em casa, devido à intempérie que se abateu sobre um Domingo em que também nos tiraram uma hora. Eu até gosto desta hora dita de Verão: anoitece mais tarde, o que permite chegar a casa com a luz do dia, como que a dizer-nos que ainda não é tarde. E, sendo dia de descanso, proporcionava-se um passeio para ver a noite chegar. Mas, com tanta chuva, apetece mais ficar em casa e fazer um lanchinho de forno, para ser saboreado, ainda a fumegar.
Espero que gostem e experimentem. E tenham uma semana deliciosa.
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Ovos no forno em caixinhas de pão
Fiz assim:
Retirei a côdea a duas fatias grandes de pão saloio e forrei dois ramequins (untados com margarina) com elas. Levei uma frigideira anti-aderente ao lume e salteei quadradinhos de chouriço até ficarem douradinhos e estaladiços. Dividi o chouriço pelos ramequins e, por cima coloquei dois ovos. Acrescentei uma colher (café) de natas, folas de tomilho e uma pitada de sal. Barrei as pontas do pão com margarina e levei ao forno bem quente, durante cerca de 15 minutos, até a clara de ovo ficar firme, mas a gema ligeiramente líquida.
Estes ovos ficam uma delícia. O pão, ligeiramente humedecido por dentro e, simultaneamente, estaladiço por fora, fica com uma textura muito agradável, a contrastar com a cremosidade do ovo. O chouriço e o tomilho intensificam os sabores, conjugando-se perfeitamente.
Espero que gostem e experimentem. E tenham uma semana deliciosa.
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terça-feira, 28 de janeiro de 2014
Petiscadas de fim-de-semana
Aos fins-de-semana, optamos muitas vezes por um jantar menos tradicional. Normalmente a horas menos tardias e, sobretudo, contemplando refeições rápidas. Aquilo que eu chamo uma lanche ajantarado: um petisco para acompanhar com refrigerante ou cerveja e com fatias de pão torradas. Desta vez a escolha recaíu numa omelete mista. Nada de especial, claro, mas quando a retirei para o prato, estava tão fofinha e cremosa que não resisti em trazer a máquina fotográfica para a cozinha. E assim ficou registada para sempre.
Ingredientes:
4 ovos
3 fatias de queijo
3 fatias de paio do lombo
1 colher (sopa) de margarina
Sal e pimenta
Espero que gostem e experimentem.
Omelete mista
3 fatias de queijo
3 fatias de paio do lombo
1 colher (sopa) de margarina
Sal e pimenta
Fiz assim:
Bati os ovos e temperei com sal e pimenta. Numa frigideira anti-aderente, deitei margarina e deixei derreter. Juntei os ovos e o queijo e o paio. Quando os ovos formaram uma capa mais firme, enrolei com a ajuda de uma espátula, formando uma omelete. Deixei alourar e retirei para um prato. Servi com fatias de pão saloio.
Uma omelete deliciosa para um jantar diferente.
Espero que gostem e experimentem.
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sexta-feira, 17 de janeiro de 2014
Sopa que alimenta e protege contra o frio
Sou uma adepta confessa de cremes e aveludados. Prefiro sopas passadas àquelas repletas de ingredientes inteiros a boiar na tigela. Claro que, de vez em quando, é preciso variar, até porque não sou a única a viver e a comer cá em casa. As sopas de entulho, como lhes chamo, são mesmo assim, sem qualquer tipo de exagero mas sabem bem (devo também confessar, pronto!) nos dias de frio intenso, quando as mãos teimam e não aquecer e a chuva não pára de cair, acompanhada de raios e trovões assustadores. E até granizo! Será também esta a minha ideia de comida reconfortante, que nos aconchega, ainda que nem sempre seja opção de primeira escolha.
Ingredientes:
(para quatro doses)
1 lata de feijão encarnado cozido (400 gramas)
1/2 beringela, cortada em cubos
1/2 courgette, cortada em cubos
Couve portuguesa (esfarrapei as folhas)
20 gramas de azeite
Fiz assim:
Desejo a todos um excelente fim-de-semana.
Sopa de feijão encarnado e couve portuguesa com chouriço
(para quatro doses)
1 lata de feijão encarnado cozido (400 gramas)
1 batata média, cortada em cubos
1 cenoura, cortada às rodelas + 1/2 cortada em cubos
1 nabo, cortado em cubos1/2 beringela, cortada em cubos
1/2 courgette, cortada em cubos
Couve portuguesa (esfarrapei as folhas)
1 punhado de massa cotovelos, cozida
1/2 chouriço20 gramas de azeite
Sal
Fiz assim:
No copo da bimby coloquei metade do feijão, a batata, a cenoura, o nabo, a beringela e a courgette. Cobri com água e temperei de sal. No cesto da varoma dispus a couve, a cenoura em cubos e o chouriço. Programei 35 minutos, na velocidade 1, temperatura varoma e liguei o aparelho. No final do tempo, retirei a varoma e reservei e acrescentei o azeite no copo. Programei mais 1 minuto na velocidade 3-5-7. Entretanto cortei o chouriço às rodelas. Retirei o creme para uma terrina e acrescentei a couve e a cenoura da varoma. Juntei também a massa e o feijão reservado. Envolvi tudo e, por cima, dispus as rodelas de chouriço. E está pronto a servir!
Uma sopa que é, por si só, uma refeição bastante completa. Espero que gostem e experimentem.
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quarta-feira, 17 de julho de 2013
Ovos mexidos são petisco para o fim-de-semana
Uma sugestão deliciosa para um final de Domingo. Eu sou apologista de petiscos que fazem dos lanches tardios, os nossos jantares de fim-de-semana. Cá em casa são recorrentes. Desta vez escolhemos os ovos para servirem de conduto. O pão às fatias fechou o conjunto. Uma sugestão bastante apetitosa, que faz dos dias de Verão os mais desejados para satisfazer caprichos e saciar os desejos da gula. Por aqui ficamos, ainda à espera de férias, ainda com a certeza de que a semana é de trabalho, mas, ainda assim, é sinónimo de dias felizes e de certezas que não há nada que possa correr mal.
Ovos mexidos com farinheira
Nada mais fácil: é só bater os ovos, temperados com sal e pimenta. Levar uma frigideira ao lume até aquecer ligeiramente. Adicionar a farinheira, sem pele, e previamente desfeita com um garfo. Deixar fritar durante alguns minutinhos e acrescentar os ovos. Envolver bem, durante uns instantes e retirar do lume, com a mistura ainda ligeiramente húmida. Juntar um pouco de salsa picada e envolver novamente. Servir com fatias de pão, torrado ou fresco, deliciosamente estaladiço, como convém.
Experimentem e tenham um dia delicioso.
Beijinhos.
E que tudo corra mesmo mesmo bem...
Ovos mexidos com farinheira
Nada mais fácil: é só bater os ovos, temperados com sal e pimenta. Levar uma frigideira ao lume até aquecer ligeiramente. Adicionar a farinheira, sem pele, e previamente desfeita com um garfo. Deixar fritar durante alguns minutinhos e acrescentar os ovos. Envolver bem, durante uns instantes e retirar do lume, com a mistura ainda ligeiramente húmida. Juntar um pouco de salsa picada e envolver novamente. Servir com fatias de pão, torrado ou fresco, deliciosamente estaladiço, como convém.
Experimentem e tenham um dia delicioso.
Beijinhos.
E que tudo corra mesmo mesmo bem...
terça-feira, 21 de maio de 2013
A cozinha tradicional também se come aqui
As favas não são propriamente uma paixão na minha vida. Aprendi a gostar delas aos poucos, mas uma refeição de favas chega-me para o ano inteiro. Mas não passo sem elas, porque quando as vejo no mercado começo logo a imaginá-las no prato para saciar uma vontade que não consigo evitar. E assim estas vieram cá para casa e foram descascadas pacientemente, antes de irem para o tacho. Com entrecosto, chouriço, morcela e tudo o que manda a tradição. No final ficaram assim. Mas o aroma, que infelizmente não consigo transmitir-vos através das fotografias, estava tão, mas tão apelativo que depressa nos fez sentar à mesa e, como que por magia, foi vê-las desaparecer. Num delicioso instante...
Favas guisadas à portuguesa
Ingredientes:
(para duas pessoas)
1 kg de favas
400 gramas de entrecosto
1 tira de toucinho entremeado
1/2 chouriço de carne
1/2 morcela
1 molhinho de coentros, atados com fio de cozinha
1 colher (sopa) de banha
1 cebola pequena, picada
1 decilitro de vinho branco
1 colher (sopa) de polpa de tomate
Fiz assim:
Comecei por descascar as favas, vindas do mercado de fim-de-semana, que tanto gosto de visitar. Num tacho, levei ao lume a cebola com a banha para alourar ligeiramente. Acrescentei o toucinho e o entrecosto e deixei fritar, de ambos os lados, ate dourar um pouco. Juntei o vinho e o tomate e tapei o tacho para cozinhar um pouco. Adicionei o chouriço, a morcela e um pouco de água quente e deixei cozinhar até a carne estar tenra. Retirei os enchidos e acrescentei as favas e os coentros (atados). Acrescentei mais um pouco de água e deixei cozinhar, cerca de 15 minutos até as favas estarem macias. Cortei a morcela e o chouriço às rodelas. Rejeitei os coentros e adicionei os enchidos. Envolvi bem e retirei do lume. Servi.
Nota: Não achei necessário utilizar sal nesta receita porque os enchidos eram bastante apaladados e o seu sabor foi suficiente para temperar o prato. Mas isso fica ao critério de cada um, obviamente.
E confesso que esta foi a primeira vez que cozinhei favas. Acho que não saíram mal mas para a próxima vez tenho de considerar a hipótese de colocar mais favas na receita.Ou então menos carne... porque as favas pareceram-me poucas no conjunto. J
Desejo-vos um dia delicioso.
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Favas guisadas à portuguesa
Ingredientes:
(para duas pessoas)
1 kg de favas
400 gramas de entrecosto
1 tira de toucinho entremeado
1/2 chouriço de carne
1/2 morcela
1 molhinho de coentros, atados com fio de cozinha
1 colher (sopa) de banha
1 cebola pequena, picada
1 decilitro de vinho branco
1 colher (sopa) de polpa de tomate
Fiz assim:
Comecei por descascar as favas, vindas do mercado de fim-de-semana, que tanto gosto de visitar. Num tacho, levei ao lume a cebola com a banha para alourar ligeiramente. Acrescentei o toucinho e o entrecosto e deixei fritar, de ambos os lados, ate dourar um pouco. Juntei o vinho e o tomate e tapei o tacho para cozinhar um pouco. Adicionei o chouriço, a morcela e um pouco de água quente e deixei cozinhar até a carne estar tenra. Retirei os enchidos e acrescentei as favas e os coentros (atados). Acrescentei mais um pouco de água e deixei cozinhar, cerca de 15 minutos até as favas estarem macias. Cortei a morcela e o chouriço às rodelas. Rejeitei os coentros e adicionei os enchidos. Envolvi bem e retirei do lume. Servi.
Nota: Não achei necessário utilizar sal nesta receita porque os enchidos eram bastante apaladados e o seu sabor foi suficiente para temperar o prato. Mas isso fica ao critério de cada um, obviamente.
E confesso que esta foi a primeira vez que cozinhei favas. Acho que não saíram mal mas para a próxima vez tenho de considerar a hipótese de colocar mais favas na receita.Ou então menos carne... porque as favas pareceram-me poucas no conjunto. J
Desejo-vos um dia delicioso.
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quarta-feira, 3 de abril de 2013
Folar de Valpaços ou uma bôla de carnes tradicional
Outra receita que habitualmente nos faz companhia no dia de Páscoa é o Folar de Valpaços, tradição naquela região transmontana e que nos habituámos a fazer há muito anos, inspirados por uma amiga muito especial. A receita já está aqui mas esta ficou tão fôfa e mesmo no ponto, que não quis deixar de a partilhar convosco. Por isso, ficam aqui as fotografias.
Folar de Valpaços
O forno a lenha marca toda a diferença nestes folares e não se comparam aos que são feitos no forno tradicional mas também já o fiz muitas vezes desta forma e fica bastante agradável, mesmo assim. Experimentem e depois contem-me como ficou.
Tivémos a preciosa ajuda da nossa sobrinha Inês, de três aninhos, que também quis pôr a mão na massa e ainda colocou a carne no meio dos folares, um pedacinho de cada vez. Uma delícia de se ver. J
Obrigada, minha querida.
Beijinhos e um bom dia para todos!
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Folar de Valpaços
O forno a lenha marca toda a diferença nestes folares e não se comparam aos que são feitos no forno tradicional mas também já o fiz muitas vezes desta forma e fica bastante agradável, mesmo assim. Experimentem e depois contem-me como ficou.
Tivémos a preciosa ajuda da nossa sobrinha Inês, de três aninhos, que também quis pôr a mão na massa e ainda colocou a carne no meio dos folares, um pedacinho de cada vez. Uma delícia de se ver. J
Obrigada, minha querida.
Beijinhos e um bom dia para todos!
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segunda-feira, 1 de abril de 2013
Uma Páscoa chuvosa com pãezinhos de chouriço em forno a lenha
Se há algo que marcou esta Páscoa foi, sem dúvida, a humidade e a chuva. Dias inteiros em que não era possível sequer pensar em pôr os pés à porta de casa. Na aldeia, este facto ainda tem uma importância mais relevante, na medida em que, pela parte que me toca, cada vez que lá vou gosto de passear pelas pequenas ruelas e ver todos os cantinhos e cruzar-me com as pessoas. Falar e conviver com os afáveis habitantes, que já não abundam por aquelas regiões, esquecidas no meio dos montes. Os Cunqueiros fazem parte das minhas férias mas prefiro a aldeia com Sol brilhante e sorridente. Assim parece que o tempo não rende e que os dias não fluem com a serenidade habitual. Chegar à porta e ver a chuva é quase como que fechar-nos numa gaiola. E perder toda uma imensidão de delícias de que não podemos usufruir. Os grelhados e o forno a lenha foram muito menos usados que o habitual mas ainda foi possível provar uns pãezinhos com chouriço, enquanto a chuva teimava em ensopar os campos e os jardins, com tanta água, que mais os fazia parecer pântanos. Acender o forno é uma tarefa que a minha mãe faz com todo o prazer que se lhe conhece. Sorridente, lá vai ela colocar os ramos e as pinhas para criar um ambiente propício à cozedura do pão. Desta vez as socas e o guarda-chuva acompanhavam as manobras de chegar até lá. Maso contentamento que demonstrava era igual. E a recompensa de saborear o pão cozido a lenha é suficiente para fazer esquecer todas as peripécias provocadas por umas mini-férias molhadas.
Pães com chouriço em forno de lenha
Ingredientes:
800 gramas de farinha de trigo
1/2 chávena de azeite
20 gramas de fermento de pão
Água morna
Sal
Chouriço a gosto
Numa tigela, colocar o fermento esfarelado e um pouco de água morna. Aguardar cerca de 30 minutos até o fermento crescer um pouco. Numa taça, deitar a farinha, o sal o azeite e o fermento. Acrescentar água morna e envolver. Acrescentar a água suficiente até a massa ficar na consistência desejada. Amassar bem com as mãoes e formar uma bola. Deixar levedar até dobrar o volume. Fazer rodelas de massa, rechear com pedaços de chouriço e fechar em forma de pães. Fazer uns golpes com uma faca e levar ao forno até estarem cozidos e douradinhos.
Deliciosos para um lanche que, sem chuva, poderia ter ocorrido no jardim. Assim, tivemos que nos contentar em nos reunirmos à volta da mesa da sala.
Aqui estão eles antes de irem para o forno.
Ontem, depois da viagem atribulada de regresso a casa, com chuva e alguns acidentes de percurso, deparei-me com a primeira orquídea aberta. E que linda, não acham?
Beijinhos e boa semana!
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Pães com chouriço em forno de lenha
Ingredientes:
800 gramas de farinha de trigo
1/2 chávena de azeite
20 gramas de fermento de pão
Água morna
Sal
Chouriço a gosto
Numa tigela, colocar o fermento esfarelado e um pouco de água morna. Aguardar cerca de 30 minutos até o fermento crescer um pouco. Numa taça, deitar a farinha, o sal o azeite e o fermento. Acrescentar água morna e envolver. Acrescentar a água suficiente até a massa ficar na consistência desejada. Amassar bem com as mãoes e formar uma bola. Deixar levedar até dobrar o volume. Fazer rodelas de massa, rechear com pedaços de chouriço e fechar em forma de pães. Fazer uns golpes com uma faca e levar ao forno até estarem cozidos e douradinhos.
Deliciosos para um lanche que, sem chuva, poderia ter ocorrido no jardim. Assim, tivemos que nos contentar em nos reunirmos à volta da mesa da sala.
Aqui estão eles antes de irem para o forno.
Ontem, depois da viagem atribulada de regresso a casa, com chuva e alguns acidentes de percurso, deparei-me com a primeira orquídea aberta. E que linda, não acham?
Beijinhos e boa semana!
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quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Corações folhados e um desafio
A Isabel do Cinco Quartos de Laranja, está a promover no seu blogue mais um desafio, este designado como Sabores do Fumeiro de Trás-os-Montes, que me agradou bastante. Decidi participar com uma pequena entrada, em que o ingrediente principal foi alheira, um enchido transmontano, que muito apreciamos cá em casa e que era um dos propostos, para a participação no desafio. É uma sugestão muito simples mas que fica muito agradável e resulta fantástica para uma entrada, num almoço descontraído.
Corações folhados de alheira
Fiz assim:
Liguei o grelhador do forno no máximo. Fiz uns furos na pele de uma alheira e coloquei-a numa assadeira. Levei ao forno até dourar bem de ambos os lados (cerca de 10/15 minutos). Retirei do forno e desfiz o recheio com um garfo, rejeitando a pele. Reservei. Entretanto cortei pequenas rodelas (ou corações) de massa folhada para fazer umas caixinhas. Levei ao forno pré-aquecido a 200º, até folhar. Recheei as caixinhas com a alheira e servi ainda mornos, como entrada.
E com esta pequena sugestão deixo aqui a minha participação para este desafio.
Obrigada pela iniciativa, Laranjinha.J
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Corações folhados de alheira
Fiz assim:
Liguei o grelhador do forno no máximo. Fiz uns furos na pele de uma alheira e coloquei-a numa assadeira. Levei ao forno até dourar bem de ambos os lados (cerca de 10/15 minutos). Retirei do forno e desfiz o recheio com um garfo, rejeitando a pele. Reservei. Entretanto cortei pequenas rodelas (ou corações) de massa folhada para fazer umas caixinhas. Levei ao forno pré-aquecido a 200º, até folhar. Recheei as caixinhas com a alheira e servi ainda mornos, como entrada.
E com esta pequena sugestão deixo aqui a minha participação para este desafio.
Obrigada pela iniciativa, Laranjinha.J
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quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
Para comer com pão, num lanche despreocupado
Há petiscos que sabem mesmo bem, num Sábado à tarde, depois de um passeio sob o Sol de Inverno. O passeio é delicioso mas, com o final do dia, o regresso a casa enche-nos de felicidade, principalmente por causa do frio que se começa a intensificar, na rua. E, também, porque o estômago já se começa a queixar um pouco. A porta do frigorífico esconde uma solução bastante rápida para o problema. Uns ovos, deliciosamente misturados com o que há por ali à mão e faz-se um lanche ajantarado, num início de noite despreocupada. Juntam-se umas fatias de pão caseiro ou uma baguete estaladiça, vinda directamente da maravilhosa padaria francesa Eric Kayser (que abriu uma nova loja no supermercado do El Corte Inglès... agora é que vai ser a minha perdição!!!), um capuccino a fumegar na caneca, e assim se faz a festa. E, num instante, já estamos sentados à mesa, a saborear uma refeição e a recordar os momentos felizes, passados ao ar livre.
Rápidos de preparar, estes ovos ficam igualmente deliciosos.
Ovos mexidos com chouriço ibérico e tomate
4 ovos
1 decilitro de molho de tomate (refogado)
Fatias finas de chouriço ibérico, sem a pele
1 haste de alecrim (usei apenas as folhas)
Sal e pimenta (atenção ao tempero do chouriço)
Fiz assim:
Levei uma frigideira anti-aderente ao lume e deixei aquecer. Dispus as fatias de chouriço e deixei fritar, de ambos os lados, libertando a própria gordura (se libertar muita gordura, verter para uma tigela e rejeitar, reservando para outra receita). Juntei o molho de tomate e deixei ferver um pouco. Acrescentei os ovos batidos, temperados com sal e pimenta. Envolvi e fui mexendo com a colher-de-pau, até os ovos incorporarem mas sem passarem demasiado. Polvilhei com o alecrim e envolvi mais uma vez. Servi com pão caseiro.
Uma delícia para um petisco, numa tarde fria de Inverno.
Beijinhos para todos e bom apetite.
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Rápidos de preparar, estes ovos ficam igualmente deliciosos.
Ovos mexidos com chouriço ibérico e tomate
Ingredientes:
(para duas pessoas) 4 ovos
1 decilitro de molho de tomate (refogado)
Fatias finas de chouriço ibérico, sem a pele
1 haste de alecrim (usei apenas as folhas)
Sal e pimenta (atenção ao tempero do chouriço)
Fiz assim:
Levei uma frigideira anti-aderente ao lume e deixei aquecer. Dispus as fatias de chouriço e deixei fritar, de ambos os lados, libertando a própria gordura (se libertar muita gordura, verter para uma tigela e rejeitar, reservando para outra receita). Juntei o molho de tomate e deixei ferver um pouco. Acrescentei os ovos batidos, temperados com sal e pimenta. Envolvi e fui mexendo com a colher-de-pau, até os ovos incorporarem mas sem passarem demasiado. Polvilhei com o alecrim e envolvi mais uma vez. Servi com pão caseiro.
Uma delícia para um petisco, numa tarde fria de Inverno.
Beijinhos para todos e bom apetite.
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quinta-feira, 3 de janeiro de 2013
Bom Ano!
Bom ano! Bom ano! É cumprimento que vou ouvindo e repetindo nestes dias, logo a seguir aos tradicionais bom dia ou boa tarde. Chegou 2013 e com ele chegam os desejos sinceros para o novo ano. Saúde, trabalho, amor, paz... tudo o que desejamos para nós mesmos e queremos partilhar com os que nos são queridos. Por todo o lado nos vão bombardeando com a ideia que 2013 vai ser um ano muito mau, quase terrível e, por isso, resta-nos arregaçar as mangas para tentar contrariar as estatísticas. E fazer por alterar as espectativas.
Nestes últimos dias, temos vivido numa festa constante. Primeiro o Natal, logo seguido das festividades de Ano Novo. Estas circusntâncias têm servido de anestesia face aos indicadores do que nos aguarda. Nós, particularmente, temos andado numa dança constante em frente das mesas recheadas de coisas deliciosas e que desestabilizaram significativamente os nossoa hábitos alimentares. Os fritos, os doces... tão ávidamente consumidos ficam agora para trás, nas nossas memórias. Chegou a hora de voltar ao quotidiano, de regressar ás refeições habituais, o que não significa que tenham de ser monótonas. Os dias voltaram à normalidade e nós também.
E nada como um guisado deliciosamente saudável para fazer esquecer os excessos dos dias de festa.
Massa guisada com entrecosto e feijão encarnado
Ingredientes (para duas pessoas):
200 gramas de massa penne
100 gramas de feijão encarnado, cozido
400 gramas de entrecosto, cortado em pedaços
50 gramas de chouriço de carne, cortado às rodelas
50 gramas de bacon, cortado em tiras finas
2 colheres (sopa) de tomate triturado1 cebola pequena, picada
1 decilitro de vinho branco
1 fio de azeite
Sal e pimenta
Fiz assim:
Levei um tacho ao lume com a cebola e um fio de azeite, até refogar um pouco. Acrescentei o chouriço e o bacon e deixei fritar um pouco. Adicionei o entrecosto e temperei com sal e pimenta. Tapei o tacho para a carne alourar, mexendo de vez em quando. Juntei o vinho e o tomate. Acrescentei água suficiente para a massa e o feijão. Deixei cozinhar a carne durante cerca de 20 minutos com o tacho tapado e, depois, adicionei a massa. Tapei novamente para cozer a massa até estar quase pronta e, finalmente, juntei o feijão. Quando terminou a cozedura, rectifiquei os temperos e servi.
Uma sugestão deliciosa para os dias frios de início do ano.
Dizem-me que para este ano não se augura nada de bom. Sejamos nós a fazer com que ele seja diferente do que se espera. Bom Ano! Bem-vindos a 2013! Com um brinde à esperança! E uma garfada de alento... para que este ano seja o melhor que dele fizermos.
segunda-feira, 3 de dezembro de 2012
Um risotto e a minha visita ao Porto e Douro Wine Show
Farinheira é um enchido que me delicia mas nem sempre assim foi. Em pequena detestava farinheiras, até o cheiro me agoniava mas, como é normal, os gostos mudam com o crescimento e, por isso, hoje em dia as farinheiras já entram na minha cozinha. Vêm da terrinha, muitas vezes trazidas pelos papás e são uma delícia, principalmente nos dias frios em que se precisa de uma refeição reconfortante. Tal como este risotto que estava mesmo mesmo muito bom.
Risotto de farinheira e cogumelos
Ingredientes:
1 chávena de arroz para risotto
1 litro de caldo de carne
1 farinheira
5 cogumelos frescos, laminados
1 cebola pequena, cortada em meias-luas
1 fio de azeite
1 cálice de vinho branco
Pimenta
Salsa picada
1 colher (sopa) de parmesão ralado
Fiz assim:
Numa panela, levei o caldo de carne ao lume, até ferver. Entretanto, num tacho largo, deitei o azeite e levei a fritar, ligeiramente. Acrescentei o arroz e mexi bem com a colher-de-pau. Acrescentei o vinho e continuei a mexer, até evaporar. Juntei, então uma concha do caldo a ferver e a farinheira e mexendo sempre até evaporar, fui acrescentando mais caldo. A meio da cozedura do arroz juntei os cogumelos e continuei o mesmo processo. No final, com os grãos do risotto já tenrinhos, juntei a salsa, a pimenta e envolvi bem. Desliguei o lume e adicionei o queijo ralado. Envolvi, novamente e servi.
E, no Sábado passado, fui ao Convento do Beato, espreitar o Porto e Douro Wine Show, como uma das vencedoras de um desafio promovido pela organização do evento, em parceria com o blogue Cinco Quartos de Laranja, que muito aprecio.
Além das degustações de vinho desta região do país havia também azeites, doces típicos e queijos para provar.
Mas o que mais me aliciou o apetite para ir, foi, sem dúvida, a ideia de ver os showcookings que estavam programados. O chef Duarte Mathias, do restaurante Aura, preparou umas deliciosas bochechas de porco preto em vinho tinto com migas de espargos selvagens e eu estive lá, com o Rui, a assistir.
No final, tivemos a oportunidade de provar tudo e, devo dizer que estava uma delícia.
Obrigada pela oferta tão simpática que resultou num fim de tarde muito agradável e pela experiência deliciosa de visitar o lindíssimo Convento do Beato, que ainda não conhecia.
Uma boa semana.
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Risotto de farinheira e cogumelos
Ingredientes:
1 chávena de arroz para risotto
1 litro de caldo de carne
1 farinheira
5 cogumelos frescos, laminados
1 cebola pequena, cortada em meias-luas
1 fio de azeite
1 cálice de vinho branco
Pimenta
Salsa picada
1 colher (sopa) de parmesão ralado
Fiz assim:
Numa panela, levei o caldo de carne ao lume, até ferver. Entretanto, num tacho largo, deitei o azeite e levei a fritar, ligeiramente. Acrescentei o arroz e mexi bem com a colher-de-pau. Acrescentei o vinho e continuei a mexer, até evaporar. Juntei, então uma concha do caldo a ferver e a farinheira e mexendo sempre até evaporar, fui acrescentando mais caldo. A meio da cozedura do arroz juntei os cogumelos e continuei o mesmo processo. No final, com os grãos do risotto já tenrinhos, juntei a salsa, a pimenta e envolvi bem. Desliguei o lume e adicionei o queijo ralado. Envolvi, novamente e servi.
E, no Sábado passado, fui ao Convento do Beato, espreitar o Porto e Douro Wine Show, como uma das vencedoras de um desafio promovido pela organização do evento, em parceria com o blogue Cinco Quartos de Laranja, que muito aprecio.
Além das degustações de vinho desta região do país havia também azeites, doces típicos e queijos para provar.
Mas o que mais me aliciou o apetite para ir, foi, sem dúvida, a ideia de ver os showcookings que estavam programados. O chef Duarte Mathias, do restaurante Aura, preparou umas deliciosas bochechas de porco preto em vinho tinto com migas de espargos selvagens e eu estive lá, com o Rui, a assistir.
No final, tivemos a oportunidade de provar tudo e, devo dizer que estava uma delícia.
Obrigada pela oferta tão simpática que resultou num fim de tarde muito agradável e pela experiência deliciosa de visitar o lindíssimo Convento do Beato, que ainda não conhecia.
Uma boa semana.
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segunda-feira, 29 de outubro de 2012
Mikado com sabor a cacau ou uma massa envolvida em queijo
Adoro experimentar massas. Há-as de tantos feitios e tão coloridas e saborosas que é difícil resistir-lhes. Esta foi preparada para um jantar mais simples cá em casa e ficou deliciosa.
Mikado de cacau com cogumelos, presunto e molho de queijo
Ingredientes:
Massa mikado de cacau
6 cogumelos brancos, frescos e laminados
Presunto a gosto, cortado em tiras finas
1 fio de azeite
1 dente de alho
3 ou 4 folhas de manjericão fresco
Orégãos
Queijo cheddar
Molho béchamel
Fiz assim:
Cozi a massa de acordo com as instruções. Numa caçarola, levei ao lume 1 fio de azeite com o alho, laminado e deixei aquecer. Acrescentei o presunto para fritar um pouco e os cogumelos, até estarem salteados. Adicionei a massa cozida e as folhas de manjericão e envolvi bem. Polvilhei com os orégãos antes de envolver o molho, já no prato.
Entretanto, preprarei o molho, levando a ferver um pouco de béchamel. Retirei do lume e juntei o queijo, cortado em cubos (ou ralado) e envolvi bem até derreter. Servi com a massa.
Nota: Não usei sal porque o presunto e o queijo já são suficientemente apaladados, mas é uma questão de gosto.
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Mikado de cacau com cogumelos, presunto e molho de queijo
Ingredientes:
Massa mikado de cacau
6 cogumelos brancos, frescos e laminados
Presunto a gosto, cortado em tiras finas
1 fio de azeite
1 dente de alho
3 ou 4 folhas de manjericão fresco
Orégãos
Queijo cheddar
Molho béchamel
Fiz assim:
Cozi a massa de acordo com as instruções. Numa caçarola, levei ao lume 1 fio de azeite com o alho, laminado e deixei aquecer. Acrescentei o presunto para fritar um pouco e os cogumelos, até estarem salteados. Adicionei a massa cozida e as folhas de manjericão e envolvi bem. Polvilhei com os orégãos antes de envolver o molho, já no prato.
Entretanto, preprarei o molho, levando a ferver um pouco de béchamel. Retirei do lume e juntei o queijo, cortado em cubos (ou ralado) e envolvi bem até derreter. Servi com a massa.
Nota: Não usei sal porque o presunto e o queijo já são suficientemente apaladados, mas é uma questão de gosto.
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quinta-feira, 18 de outubro de 2012
Os dias que pedem refeições quentes
Na última visita que fizeram aos Cunqueiros, os meus pais trouxeram-nos, além de uvas com fartura, enchidos e maranhos. Os maranhos são uma especialidade tradicional da Beira Baixa e consistem em pequenos sacos de bucho de cabra, recheados com carne de cabra, arroz e bastante hortelã, o que lhes dá um sabor muito aromático e peculiar, quanto a mim delicioso. A minha avó paterna fazia-os em casa mas, infelizmente, essa tradição foi-se perdendo. Hoje em dia, compramo-los já preparados e congelados. Depois é só levar a cozer em água, durante cerca de 1 hora. Ficam muito bons e acompanham, deliciosamente, os cozidos que fazem lá na terra. Aqui em casa preparámos um pseudo-cozido, utilizando apenas os enchidos e maranhos. Ficou óptimo e soube muito bem, agora que os dias já nos pedem refeições mais quentinhas. E esta saciou-nos num dia triste, em que não parou de chover.
Cozido de enchidos e maranhos
Ingredientes:
2 batatas
1 cenoura
1 nabo
1 couve coração
1 chouriço de carne
1 morcela
1 farinheira
1 maranho
Fiz assim:
Cozi o maranho, num tacho com água, durante 1 hora. Entretanto cozi os enchidos noutro tacho. Numa panela, levei ao lume a água com sal. Quando começou a ferver, juntei as batatas, a cenoura e a couve. No final da cozedura juntei os enchidos só para dar um pouco de gosto aos legumes. Servi os enchidos cortados em rodelas grossas e o maranho às fatias.
A terra de Cunqueiros, aldeia natal do meu pai, situa-se no concelho de Proença-a-Nova, onde os maranhos são muito apreciados.
Um beijinho muito especial a todos os que me seguem e que me permitiram chegar à marca deliciosa dos 100 seguidores. Obrigada a todos, por completarem esta cozinha! J
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Cozido de enchidos e maranhos
Ingredientes:
2 batatas
1 cenoura
1 nabo
1 couve coração
1 chouriço de carne
1 morcela
1 farinheira
1 maranho
Fiz assim:
Cozi o maranho, num tacho com água, durante 1 hora. Entretanto cozi os enchidos noutro tacho. Numa panela, levei ao lume a água com sal. Quando começou a ferver, juntei as batatas, a cenoura e a couve. No final da cozedura juntei os enchidos só para dar um pouco de gosto aos legumes. Servi os enchidos cortados em rodelas grossas e o maranho às fatias.
A terra de Cunqueiros, aldeia natal do meu pai, situa-se no concelho de Proença-a-Nova, onde os maranhos são muito apreciados.
Um beijinho muito especial a todos os que me seguem e que me permitiram chegar à marca deliciosa dos 100 seguidores. Obrigada a todos, por completarem esta cozinha! J
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sexta-feira, 28 de setembro de 2012
A versatilidade de um arroz
Arroz de pato é um prato que faço muitas vezes, principalmente quando somos mais pessoas à mesa, num almoço banal entre amigos. É fácil de fazer e bastante prático, na medida em que permite preparar quase tudo com antecedência. Perto da hora de ir para a mesa, é só cozer o arroz e levar ao forno. Num instante fica pronto, enquanto cada um se vai entretendo com as entradas, preparando-se para a refeição. Eis como o preparo cá em casa.
Arroz de pato
Ingredientes:
1 pato com miúdos
100 gramas de bacon
1/2 chouriço de carne
1 cebola
2 folhas de louro
1 haste de tomilho
1 caldo de galinha
Sal e pimenta
Arroz
Caldo de cozer o pato
Fiz assim:
Arranjei o pato, lavando-o bem e retirando-lhe as peles. Cortei-o em quatro. Arranjei também os miúdos. Levei uma panela com água ao lume até ferver. Acrescentei o louro, a cebola, o tomilho, o caldo de galinha, o pato e temperei com sal e pimenta. Tapei e deixei cozinhar até estar tenrinho. Deixei arrefecer e desfiei o pato. Cortei o bacon em tiras finas e o chouriço em rodelas. Misturei o bacon com o pato e os miúdos. Liguei o forno a 220º. Medi caldo de cozer o pato suficiente para cozinhar o arroz e levei-a ao lume até ferver. Acrescentei o arroz e deixei cozinhar, de modo a ficar um pouco mal cozido. Numa assadeira coloquei metade do arroz, para cobrir bem o fundo. Acrescentei as carnes e cobri com o restante arroz. Por cima coloquei as rodelas do chouriço reservado. Levei ao forno até estar tostadinho e servi.
Bom fim-de-semana para todos!
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Arroz de pato
Ingredientes:
1 pato com miúdos
100 gramas de bacon
1/2 chouriço de carne
1 cebola
2 folhas de louro
1 haste de tomilho
1 caldo de galinha
Sal e pimenta
Arroz
Caldo de cozer o pato
Fiz assim:
Arranjei o pato, lavando-o bem e retirando-lhe as peles. Cortei-o em quatro. Arranjei também os miúdos. Levei uma panela com água ao lume até ferver. Acrescentei o louro, a cebola, o tomilho, o caldo de galinha, o pato e temperei com sal e pimenta. Tapei e deixei cozinhar até estar tenrinho. Deixei arrefecer e desfiei o pato. Cortei o bacon em tiras finas e o chouriço em rodelas. Misturei o bacon com o pato e os miúdos. Liguei o forno a 220º. Medi caldo de cozer o pato suficiente para cozinhar o arroz e levei-a ao lume até ferver. Acrescentei o arroz e deixei cozinhar, de modo a ficar um pouco mal cozido. Numa assadeira coloquei metade do arroz, para cobrir bem o fundo. Acrescentei as carnes e cobri com o restante arroz. Por cima coloquei as rodelas do chouriço reservado. Levei ao forno até estar tostadinho e servi.
Quando o pato é demasiado grande, congelo parte da carne, já desfiada. Depois é só descongelar e utilizar no que se quiser.
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sexta-feira, 20 de abril de 2012
Um manto de ovos enrolado sobre si próprio
Fazer omeletes dá-me uma certa satisfação. Ver um manto amarelo numa frigideira e depois enrolá-lo, cuidadosamente, por forma a não partir, como se fosse um manto de um qualquer frágil rendado. E poder observar o resultado final, levá-lo para a mesa, cortá-lo, sentir-lhe a profusão de aromas e por fim, saboreá-lo. Numa textura quase cremosa e quase leve, ao mesmo tempo. Um sabor inesquecível. Uma verdadeira delícia. E soube ainda melhor porque tive o precioso auxílio do Rui, na sua preparação. Ajuda, como boa comida, é sempre bem vinda a esta nossa casa.
Omelete de chouriço ibérico
Ingredientes (para duas pessoas, ao lanche ou para uma, como refeição principal):
4 ovos
40 gramas de chouriço ibérico, cortado em cubos pequenos
1 cebola pequena, picada
Salsa a gosto, picada
Sal e pimenta
1 colher (sopa) de margarina (usei vaqueiro líquida)
Fiz assim:
Bati os ovos numa tigela. Levei uma frigideira ao lume com a margarina e deixei aquecer. Adicionei o chouriço e a cebola para fritar um pouco. Juntei, depois, os ovos e deixei cozinhar até começar a criar uma capa de ovo. Com uma espátula, comecei a enrolar a omelete, deixando o ovo coagular progressivamente. Quando concluí o processo de enrolar, deixei mais uns momentos no lume, para cozinhar o ovo mas de forma a ficar uma textura leve e fofinha. Retirei para um prato e servi.
Um bom fim-de-semana
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Omelete de chouriço ibérico
Ingredientes (para duas pessoas, ao lanche ou para uma, como refeição principal):
4 ovos
40 gramas de chouriço ibérico, cortado em cubos pequenos
1 cebola pequena, picada
Salsa a gosto, picada
Sal e pimenta
1 colher (sopa) de margarina (usei vaqueiro líquida)
Fiz assim:
Bati os ovos numa tigela. Levei uma frigideira ao lume com a margarina e deixei aquecer. Adicionei o chouriço e a cebola para fritar um pouco. Juntei, depois, os ovos e deixei cozinhar até começar a criar uma capa de ovo. Com uma espátula, comecei a enrolar a omelete, deixando o ovo coagular progressivamente. Quando concluí o processo de enrolar, deixei mais uns momentos no lume, para cozinhar o ovo mas de forma a ficar uma textura leve e fofinha. Retirei para um prato e servi.
Um bom fim-de-semana
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